Como Fazer uma Introdução na Pregação e começar bem o Sermão

como fazer uma introdução na pregação

Quando o pregador sabe fazer uma boa Introdução na Pregação e começa bem, tem muito mais possibilidades de se sair bem durante toda a apresentação no púlpito, ao contrário, quando começa mal, dificilmente tem chances de reconquistar o ouvinte.

Começar o sermão é um dos passos mais difíceis para o pregador.

E essa tarefa se torna complicada aos pregadores que insistem em iniciar a elaboração de seus sermões escrevendo a introdução, como o primeiro passo.

Pregadores iniciantes não compreendem que só deve escrever a introdução depois de terem elaborado todos os demais passos do sermão.

A introdução, apesar de vir em primeiro na pregação, é um dos últimos a ser elaborado no esboço.

Somente depois de ter toda a pesquisa pronta, com os tópicos, ilustrações, aplicação, e, algumas vezes, até a conclusão, é que temos condições de elaborar bem a introdução.

A razão para esta ordem é que é impossível determinar como devemos começar a apresentar algo que ainda não sabemos exatamente o que é.

Somente depois de conhecer o conteúdo e movimento do sermão é que podemos determinar qual o melhor modo de iniciá-lo.

É claro que todo sermão precisa de um começo.

Porém, o problema é que não se trata simplesmente de começar, mas começar bem.

Qual o principal propósito da introdução do Sermão?

Brown respondeu, afirmando:

“O propósito principal da introdução na pregação é despertar o interesse do ouvinte, tornar claro o propósito do sermão e criar empatia entre o pregador e a congregação”.

Dickson ensinou aos seus alunos:

“o propósito da introdução na pregação é ganhar o coração, o ouvido e a mente do ouvinte “.

Um dos grandes segredos para uma boa introdução na pregação é a frase inicial.

Quando o pregador começa bem tem muito mais possibilidades de ir bem durante toda a apresentação no púlpito.

Ao contrário, quando começa mal, dificilmente tem chances de reconquistar o ouvinte.

Em outras palavras, é na introdução da pregação que o pregador ganha ou perde a luta pela atenção do ouvinte.

Se a frase inicial soar ao ouvinte como um desafio amável e firme, ele terá uma atitude de disponibilidade para ouvir o que vai ser comunicado no sermão.

Mas uma boa introdução não é constituída apenas da frase inicial, pois, ela requer também, uma boa elaboração.

Componentes de Uma Boa Introdução

A melhor fórmula para juntar os ingredientes que fazem uma boa introdução na pregação é recorrer à pesquisa, com os passos para a preparação do sermão, ou seja:

Texto + Corpo + Título = Introdução

Apesar da tradição ter determinado através de anos que a leitura do texto vem sempre em primeiro lugar, esta não é uma ordem inalterável.

A ordem desses fatores não altera o produto.

Em muitas introduções será melhor começar com a leitura do texto. Em outras, porém, a leitura textual poderá vir em último lugar, dentro da introdução, como parte integrante da introdução e não como um apêndice.

Características de Uma Boa Introdução na Pregação

Para que um sermão atraia a atenção dos ouvintes, desafiando-os a ficarem atentos ao que vai ser comunicado no púlpito, necessita ter uma boa introdução na pregação, cujas características relacionamos a seguir.

Biblicidade

Uma boa introdução na pregação, independendo do tipo, deve estar diretamente relacionada à verdade bíblica que se pretende destacar no sermão.

O pregador precisa entender que tudo que compõe a introdução na pregação deve ter o propósito de chamar atenção do ouvinte para a verdade a ser pregada.

Considerando que a verdade pregada há de ter sua base na Palavra de Deus, toda boa introdução deve atrair a atenção do ouvinte para o conteúdo bíblico a ser comunicado.

Brandura

Se durante todo o sermão a mensagem precisa ser comunicada com brandura, na introdução muito mais.

Sem brandura não se conquista o coração e sem conquistar o coração não chegamos ao ouvido e à mente dos nossos ouvintes.

Faz-me lembrar o pregador naquela noite: Ele começou o sermão encarando duramente os ouvintes e, com o dedo em riste, indagou, em tom acusatório:

“Crentes em Cristo, ou sepulcros caiados? O que vocês realmente são?”

E prosseguiu rispidamente:

“Eu sei que há muita gente hipócrita aqui”.

Mesmo admitindo a hipótese de alguns ouvintes serem infiéis e hipócritas, o pregador jamais deverá iniciar a mensagem com tão forte acusação.

A primeira preocupação do pregador no púlpito deve ser conquistar a atenção dos ouvintes.

Sem atenção não há comunicação e sem comunicação não há pregação.

O pregador inteligente ganha o coração do ouvinte e assim conquista sua atenção.

As verdades mais duras e contundentes podem ser ditas com educação e cordialidade.

O pregador jamais deve parecer zangado.

Ninguém precisa surrar o púlpito para dizer que os pais devem educar os filhos.

Brevidade

Se em todo o sermão a capacidade de dizer o máximo no mínimo de palavras é extremamente importante, na introdução esse princípio é não só importante, mas indispensável.

Preferencialmente a introdução, incluindo a leitura do texto bíblico, não deverá ocupar mais que dez por cento do
tempo do sermão llion Jones, após lembrar que as pessoas vivem num tempo de pressa, acrescentou:

“Qualquer coisa que se diga pró e contra as introduções, tudo parece concordar que elas devem ser breves”.

Se o pregador cansa seus ouvintes na introdução, eles logo se desmotivam a ouvir o restante do sermão.

Sobre esta realidade, Charles Dargan contou que uma senhora, depois de ouvir um pregador que costumava usar longas introduções, afirmou:

“Apesar de ser um homem de Deus, gastava tanto tempo colocando a mesa, que ela perdia o apetite para a refeição”.

Clareza

Começando com o título, o sermão precisa ser claro para ser plenamente compreendido pelos ouvintes.

E na introdução na pregação, quando o primeiro contato com os ouvintes está sendo mantido, é que, de modo muito especial, a mensagem precisa ser clara.

Os ouvintes da atualidade não se dispõem a prestar atenção em palavras que são proferidas sem clareza.

José Maria Pereira diz que a mensagem clara atinge o ouvinte de modo direto, tornando mais fácil sua assimilação e incorporação ao sistema de valores do indivíduo.

“A mensagem vasada em linguagem popular atinge uma quantidade enorme de receptores já que os sinais ou símbolos são aqueles usados no cotidiano “.

Cumplicidade

A cumplicidade é um recurso necessário ao momento atual.

Para alcançar os ouvintes, o sermão precisa de base bíblica e identificação com o auditório.

Se o pregador não alcançar o coração das pessoas, jamais conseguirá empatia com os ouvintes.

A cumplicidade na pregação, apesar de ser um recurso para o momento, não é uma inovação, mas foi usada no Antigo Testamento. Basta olharmos a pregação de Natã.

Desde a introdução, as pessoas precisam deixar de ser simples ouvintes e tornarem-se participantes na pregação.

O abismo entre o mundo da pregação e o mundo do ouvinte deixa de existir.

O pregador entra no mundo do ouvinte com a mensagem e possibilita ao ouvinte entrar no mundo fascinante da Revelação Bíblica.

Honestidade

A introdução não pode ser mais que o sermão.

Não adianta o pregador ter uma introdução muito bem elaborada se as demais partes da mensagem estão alinhavadas.

Uma boa introdução requer um bom sermão.

Se o pregador não tiver um sermão à altura de sua introdução, todo esforço pela atenção do ouvinte terá sido em vão.

Todas as indagações feitas no início do sermão deverão ser respondidas, todos os questionamentos colocados diante dos ouvintes deverão ser esclarecidos e nenhuma promessa deverá ser feita sem que possa ser cumprida ao longo da apresentação da mensagem.

Novidade

Uma das grandes precauções dos evangélicos é a novidade nos sermões.

Em uma pesquisa sobre os fatores para melhorar a pregação, apenas 2,09% dos ouvintes e 0,43% dos pastores indicaram a novidade como um fator importante.

O problema é que algumas pessoas têm confundido novidade com abertura para inovações teológicas ou desvios da sã doutrina.

A novidade necessária à introdução e a todo o sermão é a capacidade do pregador de, usando velhos textos bíblicos, apresentara mensagem de modo novo, tirando novas lições de textos antigos, sabendo introduzir velhos assuntos de modo novo e de apresentar velhos conceitos com novas palavras.

Alguns Tipos de Introdução na Pregação

Vários são os tipos de introdução na pregação e algumas vezes o pregador usa uma associação de mais de um tipo.

Precisamos considerar que a frase inicial é de grande importância para o desenvolvimento do sermão como um todo.

Na maioria das vezes a primeira impressão perdura até o final da mensagem.

Eis alguns dos tipos de introdução mais usados.

Afirmação na Introdução da Pregação

O sermão inicia com uma sentença afirmativa.

Pode ser bíblica:

“No mundo passamos por aflições”

“Jesus veio para nos dar vida”

Pode iniciar, também com uma afirmação da história:

“independência ou morte”

É válido lançar mão de uma afirmação com base no texto bíblico da mensagem, ou de um texto paralelo:

“A Alegria Vem Pela Manhã”

“Tudo podemos em Cristo”

Pode-se usar, ainda, afirmações das pesquisas e experiências do pregador, ou de qualquer fonte digna de menção no púlpito.

Uma afirmação para iniciar o sermão deve ser atraente, clara, elegante, relevante, simpática, sincera, verdadeira e capaz de oferecer a idéia da tese do sermão.

TEXTO: Salmo 30.5

Título: A Alegria Vem Pela Manhã

Introdução:

Choro e alegria são sentimentos antagônicos. Mas são comuns ao ser humano. Quem nunca chorou?

Nascemos chorando e tanto choramos em nossa curta passagem neste mundo, que ele tem sido chamado de vale de lágrimas.

O ser humano anela por alegria. Mas onde encontrar a verdadeira alegria?…

Confiante no favor divino, Davi afirmou que a alegria vem após uma noite de choro. As palavras são de Davi, rei de Israel.

Um homem que conheceu o pranto e o regozijo, a dor e a alegria. Confiando no Senhor alcançamos a alegria que vem pela manhã.

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

Ilustração na Introdução da Pregação

Uma boa ilustração para ser usada na introdução deve ser breve e capaz de chamar a atenção dos ouvintes para as verdades da mensagem.

Algumas vezes é possível contar apenas uma parte da ilustração, deixando o final para ser narrado no corpo do sermão ou mesmo na conclusão.

O exemplo a seguir focaliza uma ilustração bíblica:

TEXTO: Marcos14,60-61;15,4-5; Lucas 23, 8-9

Título: A Eloquência do Silêncio

Introdução:

Meia hora de silêncio… João registra que houve meia hora de silêncio no céu.

E, aqui na Terra, quanto tempo somos capazes de guardar em silêncio? Maria, a mãe de Jesus, foi um personagem que entrou para a história como capaz de silenciar:

“Ela guardava todas as coisas, conferindo-as em seu coração” (Lc 2.19).

Há momentos na vida em que o silêncio é mais eloquente que quaisquer palavras: Tanto se pode falar sem palavras, que vale a pena refletir na ELOQUÊNCIA DO SILÊNCIO.

Interrogação na Introdução da Pregação

Deve ser uma pergunta bem formulada, pertinente e capaz de chamar a atenção dos ouvintes.

Todo cuidado é necessário para que indagações tolas e sejam evitadas.

Há alguns anos ouvi um pregador que iniciou o sermão perguntando:

Por que eu não sou um urubu? A partir dessa pergunta ele introduziu o texto:

“Graças a Deus eu sou o que sou”.

Ele teria tido um melhor começo se tivesse usado a figura de outros animais:

Por que eu não posso voar como a águia? Por que eu não tenho a força do leão? Ou… por que não sou tão grande quanto o elefante? Porque não tenho a graciosidade dos golfinhos?

TEXTO: Colossenses 1.10

Título: A Dignidade da Vida Operosa

Introdução:

Onde está a dignidade da vida operosa?

A vida cristã é um constante desafio ao labor, ao trabalho, à operosidade.

Paulo desafiou os crentes em Colossos a viverem para agradar o Senhor, frutificando e crescendo no conhecimento dele.

Somos chamados a uma vida de serviço: devemos viver para agradar ao Senhor, produzir frutos para Sua honra e crescer no conhecimento dele.

Onde está a dignidade da vida operosa?

Negação na Introdução da Pregação

O sermão inicia com uma frase negativa, que precisa ser bem pronunciada para que a mensagem seja realmente compreendida. Deve ser uma frase que cause impacto. Veja o exemplo a seguir:

TEXTO: Marcos 15.17-19

Título: A Fronte Ensangüentada

Introdução:

Ele não tinha aparência. Não tinha formosura. Nenhuma beleza podia ser vista nele…

“Não tinha aparência, nem formosura, e olhando para ele, nenhuma beleza víamos para que o desejássemos” (Is 53.2).

Quem gostaria de se encontrar com alguém assim?… Quem gostaria de ter um amigo assim?…

Parece a descrição de alguém horripilante e indesejável.

Mas na realidade o profeta estava falando da pessoa mais fantástica que o mundo já conheceu a expressão máxima da graça de Deus, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores: o Filho de Deus feito homem: Jesus de Nazaré.

Por que o profeta falou que ele não tinha qualquer beleza?

Ocasião Especial

A introdução é elaborada a partir da realidade vivida pela comunidade.

Pode ser uma ocasião indicada no calendário secular, da Igreja, um momento de gratidão e alegria vivido pelo povo.

Veja o exemplo a seguir:

TEXTO: Isaías 1.1-9

Título: Sonhos, Realidades e Incentivos no Pastorado

Introdução:

Nesta ocasião festiva, lembro-me dos sonhos arquitetados em minha mente, quando, dois dias após minha consagração, tomei posse, pela primeira vez. no pastorado de uma igreja.

Deus nos criou com a capacidade de sonhar.

Sonhar acordados, sonhar com os olhos abertos e sonhar com os pés no chão!

Hoje é um dia de sonhos para o Pastor… e para a Igreja…

Ao chamar Josué, Deus o incentivou, preparando-o para enfrentar as realidades de ministrar em seu nome.

Deus incentiva a todos quantos chama ao seu trabalho, preparando a enfrentar as realidades do ministério.

Todos sonhamos, mas há uma grande diferença entre sonhos e realidades.

Quais os possíveis sonhos na mente do Pastor… hoje, no dia da sua posse no pastorado desta igreja?

Introdução da Pregação Poética

A poesia é excelente recurso para introduzir sermões.

O pregador pode usar um poema de sua autoria ou de outro autor, com a mensagem apropriada.

Pode, também, utilizar a linguagem poética, sem necessariamente tratar-se de poema.

O exemplo a seguir mostra um modelo de introdução poética sem o uso de um poema.

TEXTO: Atos 16.25

Título: Um Hino à Meia Noite

Introdução:

Meia noite. Meia noite diz não apenas que o dia está terminando, mas vem como símbolo de problemas e dificuldades.

E, meia noite tem a ver com a noite interminável muitas vezes enfrentada: sofrimentos, problemas, dificuldades, dissabores.

Meia noite quando é mais fácil calar, mais fácil mesmo chorar; meia noite quando é difícil cantar…

Em plena meia noite, marcada por problemas e dificuldades, um hino foi ouvido.

Aquela meia noite tinha tudo para ser uma das mais tristes da história, mas o hino nela cantado, fez com que precocemente, viesse o amanhecer.

“À meia noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os outros presos escutavam “.

Mais fácil mesmo era chorar que cantar.

Paulo e Silas haviam sido presos injustamente, presos por fazer o bem.

Haviam sido arrastados até à praça e, na presença dos magistrados, depois de caluniados e terem as vestes rasgadas, foram açoitados com varas.

A história registra que foram muitos açoites; e depois de tão cruelmente açoitados, foram presos.

Eles estavam no desconforto de um cárcere de segurança máxima e ainda com os pés presos ao tronco.

Mas, ainda assim, apesar de todo desconforto, apesar de todo o sofrimento, cantaram.

Paulo e Silas podiam ter ficado em silêncio, mas cantaram um hino à meia noite. Paulo e Silas, cantando um hino à meia noite, viveram a alegria do amanhecer…

Cantando um hino à meia noite, finda o choro e vivemos a alegria do amanhecer.

Situação Real

Esta é uma das introduções que mais chamam a atenção dos ouvintes, uma vez que focaliza uma realidade conhecida ou que, de alguma forma, está sendo vivida pela comunidade.

É preciso cuidado para abordar o assunto com relevância e seriedade, sem transformar a mensagem bíblica em um discurso político.

Observe este exemplo:

TEXTO: Jeremias 33.3

Título: Nem Tudo Está Perdido

Introdução:

“Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes”.

Uma expressão comum nos últimos tempos e que diz bem da gravidade do momento é: não tem mais jeito.

A realidade é que para muitos parece não haver mais esperança.

Dentro de poucos instantes estaremos entrando no ano 2.000…

O que nos aguarda neste último ano do milênio?

Qual seria a mensagem profética para o momento atual? O Profeta diria: Há muito que vocês podem fazer.

Não se preocupem com as reformas que vêm dos homens, preocupem-se com a reforma que o Senhor quer fazer em vocês; aproximem-se do Senhor, clamem a Ele.

Foi assim que Deus falou ao Profeta Jeremias:

“Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes.” NEM TUDO ESTÁ PERDIDO.

Tese

Uma ênfase especial à tese é dada.

O pregador pode usá-la como as primeiras palavras, abrindo a mensagem.

Veja algumas teses que servem para iniciar sermões:

  • O brilho da glória do Senhor faz o homem cair para levantar-se e brilhar (At 26. 9-18).
  • Quando a graça de Deus trabalha a alegria, a generosidade e a entrega são vistos (2 Co 8.1-5).
  • Libertos pelo Senhor devemos cantar a libertação que ele nos oferece (Sl 32.1-7).

Veja neste exemplo: a tese (Para prosseguirmos firmes e sermos vitoriosos, devemos marchar com os olhos fitos no Senhor), sendo o elemento de destaque na introdução:

TEXTO: Hebreus 12.1,2a

Título: Com os Olhos Fitos em Jesus

Introdução:

Para prosseguirmos firmes e sermos vitoriosos, devemos marchar com os olhos fitos no Senhor.

O ministério pastoral é a carreira mais sublime e mais gloriosa que alguém pode exercer.

Também não existe missão mais difícil de ser exercida. O autor aos Hebreus desafiou os crentes a estarem com os olhos fitos no Senhor.

Introdução da Pregação Textual

Enfatiza a verdade apresentada no texto básico do sermão. Deve haver um cuidado para não ficar no passado.

TEXTO: Atos 10.38

Título: Desafiados a Fazer o Bem

Introdução

“Andava fazendo o bem…”

Não existe referência melhor:

“Quem era?” “Era aquele que andava fazendo o bem”. Não há destaque mais significativo do que a menção real do bem praticado.

Assim foi Jesus de Nazaré. Tanto que Pedro, falando a seu respeito proferiu as palavras do nosso texto:

“Deus ungiu a Jesus de Nazaré(..) o qual andou por toda a parte fazendo o bem “.

Andar fazendo o bem é o maior e mais sublime desafio para nós cristãos. Tremendo desafio! Andar como Jesus andou! Andar fazendo o bem!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima